sexta-feira, 30 de julho de 2010

Gravity

Há um modo mais fácil de verdade? É o que sempre me dizem... Mas sucumbir tudo à minha volta me parece ser bem mais fácil. Quanta comodidade não é, porém eu acabo machucando muito mais a mim mesma sem querer. São as mesmas coisas todos os dias me deixando cansada e eu só quero alguma resposta pelo o que estou passando.



Gravity is working against me and gravity wants to bring me down.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Prova de Balas

Não contesto mais o meu destino, é assim que tem que ser e não sou capaz de interferir em nada. Sou habituada a sofrer por algumas pessoas e algumas ocasiões, tenho a maldita mania de tomar as dores alheias e consigo até suportar. A matriz do meu problema é que, não sei se consigo aguentar mais outro tormento meu; talvez alguns dos outros sejam até um bônus para me entreter. Como havia dito, sou habituada a sofrer em pequenas proporções com grandes intensidades. O que acho ser bem mais cansativo. E do que me adianta, sair com todos, fazer aquilo que gosto, se ao chegar aqui minha felicidade artificial não passa da porta? Sim, eu tento... "Forget about all the bad times, remember all the good times, hold your head up high and breakaway" Porém, nesses últimos tempos tudo o que está me confortando são as DORES DOS OUTROS e um cigarro qualquer. Talvez seja a única maneira de esquecer dos meus.

domingo, 18 de julho de 2010

Pouco a perguntar

As luzes se apagaram, todos foram dormir e eu estou aqui rondando todo canto desta cidade em minha mente. Nunca desejei tanto por um cigarro como estou desejando agora, por um conforto artificial e passageiro. E eu, eu simplesmente não consigo mais enganar minha mente, esse "está tudo bem" não é mais apaziguador. Já são quase 4 da manhã e eu ainda não achei uma resposta plausível para que eu possa sobreviver mais um dia. A cada hora que passa, minha cabeça aumenta o furacão. Eu estou pedindo ajuda para as estrelas, porém esta madrugada elas estão parecendo tão mortas... Ou sou eu que as vejo desta maneira? Pela primeira vez, eu acho que estou com medo do escuro e mais medo ainda de quando o dia começar a amanhecer, pois não sei o que irei fazer.



quinta-feira, 15 de julho de 2010

Entende?

"O medo faz parte da vida da gente. Algumas pessoas não sabem como enfrentá-lo, outras, acho que estou entre elas, aprendem a conviver com ele e o encaram não como uma coisa negativa, mas como um sentimento de auto preservação."
Ayrton Senna.
Ele me entenderia.

terça-feira, 13 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Interior

Como se readaptar? Aprendi sem saber que estava aprendendo; reaprendi o que é ser feliz, reaprendi que músicas são feitas para preencher aquele buraco dentro de nós e não para aumentá-lo, reaprendi a aprender em silêncio. Desculpe, fui alienada pensando em que ser feliz era ter alguém para eu chamar de meu, quero dizer, são essas músicas melódicas que me fizeram acreditar nisso, esses livros entupidos de história impossíveis de acontecer, essa alienação sobre amar. Não acredito que alguém é feliz completamente, só somos feitos de bons momentos que nos deixam plenamente satisfeitos com essa vida que levamos, temos baixos e altos sempre e isso é que nos faz enxergar tudo. Pudera eu ter enxergado isso há um ano. Eu teria tido momentos mais felizes.

sábado, 3 de julho de 2010

Paz

Eu tento não parecer ingrata, eu só não entendo ou não consigo ver o que é realmente bom. As atitudes insensatas que ultimamente tenho tomado só são uma das poucas formas de mostrar quão difícil é encontrar a paz na solidão. O silêncio gélido, o tato descansado, a parte emotiva adormecida, a madrugada silenciosa, o dia como purgatório. Tantos momentos ociosos, e eu nunca tenho um bom motivo para dizer não. Andar de metro já não faz tanto sentido se eu não tenho aonde ir e com quem me encontrar, as noites já pertencem a angústia e a solidão. Mas já não importa, do que me adianta ficar esperando algo que eu sequer conheço? Essa tal paz que eu estou tentando encontrar talvez esteja por aí. Mas o cigarro e a bebida são os impostores em que eu mais posso encontrar paz. E eu entendo, sou covarde por não esperar.
Mas paz na solidão não existe.